Nem toda prótese capilar masculina é igual. O que faz o resultado ficar natural — e durar — é escolher o tipo certo de base e de fio para o seu estilo de vida. Aqui vai um guia direto para você entender as opções.
1. Tipos de base
A base é a "pele" invisível onde os fios ficam presos. É ela que define naturalidade, durabilidade e conforto.
- Base de pele (skin/micropele): ultrafina, imita o couro cabeludo e dá o efeito mais natural na linha frontal. Ótima para quem quer discrição máxima;
- Base de tela (lace): mais respirável e leve, boa para o clima quente do Rio — o couro cabeludo "ventila" melhor;
- Bases mistas: combinam tela na parte de cima com pele na frente, unindo respirabilidade e naturalidade.
2. Tipo de fio
- Cabelo humano: o mais natural, aceita corte, calor e finalização como o seu próprio cabelo. É o que usamos na maioria dos casos;
- Fio sintético: mais barato e resistente, mas com menos naturalidade e sensível ao calor.
3. Densidade e ondulação
A densidade define se o cabelo fica mais "cheio" ou mais leve, e a ondulação precisa acompanhar o seu tipo de fio para o resultado não denunciar a peça. Tudo isso é ajustado na avaliação, olhando o formato do seu rosto.
Qual é a melhor para você?
Não existe "a melhor" no geral — existe a melhor para o seu caso: quem treina e sua muito pode priorizar respirabilidade; quem quer naturalidade extrema na frente costuma preferir base de pele. E sim, você pode molhar, nadar e treinar com a prótese. O custo também muda conforme o tipo — entenda em quanto custa uma prótese capilar.
Na avaliação gratuita a gente mostra os tipos na prática e indica o ideal para o seu dia a dia.
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